Linguagem no Ensino de Química: aspectos da formação docente

Resumo: A construção do “ser professor” ocorre ao longo de toda a vida do sujeito, mesmo antes de seu ingresso na profissão. O trabalho docente implica em um constante processo de (re)contrução do “Eu” e, como ninguém se forma no vazio, esse reformular-se se faz por meio de trocas de experiências, de interações sociais e de várias outras inter-relações sócio-históricas. Isso não é diferente de quando se pensa na construção das representações sobre o professor, principalmente nos processos formativos (VOGEL, 2008).
A formação de professores é um processo complexo, vista a necessidade da formação integral do educando. Constitui-se, portanto, em um processo que gera uma série de conflitos e reconsiderações das representações construídas sobre o ser "professor de Química”. Considerar que o trabalho docente possa ser uma tarefa trivial, não reconhecendo o nível de complexidade envolvido nessa atividade, pode ser prejudicial para a formação do futuro professor (LÜDKE; BOING, 2012) porque, ao considerá-lo “fácil”, pode-se criar uma série de complicações para o processo de formação inicial de professores e, o que ocorre em inúmeros casos, é que as pessoas entendem ser a ação profissional do professor menos
desgastante do que a de outras profissões, levando a negligências nos processos formativos. Portanto, este projeto visa investigar a partir de construtos teóricos-metodológicos de Representação Social e de História Oral, as nuances da linguagem que tornam um sujeito, Professor de Química.

Data de início: 2018-02-26
Prazo (meses): 30

Participantes:

Papelordem decrescente Nome
Aluno Mestrado Roberta da Costa Abreu
Aluno Mestrado Rafael Almeida de Freitas
Coordenador Marcos Vogel
Acesso à informação
Transparência Pública

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